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A importância de um planejamento sucessório para a autonomia da pessoa idosa

Ilse Guimarães- Advogada Especialista em Direitos da Pessoa Idosa

A expectativa de vida do brasileiro em 2025 de  76,8 anos. Ocorre que, naturalmente o envelhecimento acarreta o  declínio cognitivo  como a atenção, a percepção, a memória, a imagem, o pensamento e a linguagem. Porém algumas decisões precisam ser tomadas e  formalizadas com a consciência da pessoa idosa, para que exerça a sua autonomia, principalmente em relação ao banco e ao cartório.

Planejamento sucessório é um conjunto de estratégias jurídicas e financeiras para organizar a transferência do patrimônio de uma pessoa aos seus herdeiros de forma eficiente, burocracia, conflitos familiares e garantir que a vontade do titular seja respeitada, podendo usar ferramentas como testamentos, autocuratela, doações, holdings familiares, previdência privada e seguro de vida, em também auxilia em decidir como o seu patrimônio será administrado no final de sua vida.

É extremamente importante, realizar uma consulta com um advogado para decidir como será administrado o patrimônio, principalmente para no futuro arcar as despesas de um cuidador ou uma instituição de longa permanência. Além disso, é importante decidir quem irá ser o curador em caso de incapacidade para realizar os atos para a vida civil.

As despesas de uma pessoa idosa aumentam e a sua autonomia diminui. Empresas, fazendas, chácaras, casas de praia, são bens que precisam de ter um funcionário ou alguém que cuide, e também tem despesas de manutenção. Esses imóveis geram conflitos entre os filhos que já estão cuidando de uma pessoa que precisa de cuidados.

A partir do momento do falecimento, o inventário será judicial ou extrajudicial, será aplicada a lei! Os herdeiros não poderão tomar nenhuma decisão, salvo a renúncia. Se o inventariado não tiver formalizado a sua vontade em um cartório, escritura pública, como a doação de algum bem ou beneficiar algum herdeiro em relação a algum valor maior, será desconsiderado.

 
 
 

1 comentário

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Daniela
23 de dez. de 2025
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Passo por isso com minha família. Meus avós não fizeram planejamento algum, e agora corremos o risco de perder terreno tão sofrido do meu avô mesmo após gastos e gastos com despesas e inventário. É algo que aprendi a lição da pior forma, vendo acontecer perto de mim e a divisão gerada em minha família por herança. Triste realidade

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